O que será que estes senhores têm a ver com a promoção do destino: Suiça?
Vamos ver exemplos? Excelente :)
Bons Exemplos:
Promover um destino: Suiça e Porto
Promover produtos e serviços:
Comunicar valores e missão da marca:
Afinal já não sobre o que fazemos e sim sobre as histórias que contamos.
A “STORY” E O “TELLING”: THE PERFECT MATCH
Porque razão afinal o Storytelling está a revolucionar o Marketing & Vendas, a Liderança & Cultura Organizacional e a Gestão de Recursos Humanos ?
“Os cientistas dizem que somos feitos de átomos, mas um passarinho contou-me que somos feitos de histórias.” Eduardo Galeano
As pessoas dizem o mesmo às Marcas: “não me contes apenas os fatos, conta-me antes uma história”. Se em Portugal ainda permanece uma novidade a realidade é bem diferente por outros lugares. Presente nos MBAs da Universidade de Harvard onde se estudam os benefícios da narrativa na optimização e influência do desempenho humano, seja por gerar maior cumplicidade emocional e com isso aumentar a motivação e melhorar eficácia nas estratégias de comunicação das Marcas: maior persuasão e envolvimento dos clientes. Uma revolução que está para ficar.
O PODER INTEMPORAL DAS HISTÓRIAS E A NEUROCIÊNCIA:
Desde os tempos mais remotos, que os nossos antepassados começaram por contar histórias uns aos outros e assim passavam de geração em geração, conhecimentos e sabedoria. Grandes ensinamentos chegaram até aos dias de hoje em formato de histórias: sejam os livros sagrados de várias religiões ou contos e lendas de várias culturas. Por isso afirmamos que contar histórias é inato a qualquer ser humano, é intuitivo e estamos sempre a criar e a contar histórias a nós mesmos e aos outros.
E porquê? A neurociência explica: quando ouvimos números, factos, dados activamos o hemisfério esquerdo do cérebro, encarregue de organizar, analisar, processar, gerir a lógica porém esquece rápido. Quando ouvimos uma história, assistimos a um filme que nos emociona, ouvimos algo que nos encanta, cheiramos um perfume que já usámos, o lado direito do cérebro é activado, este é responsável pelas emoções, memórias, intuição, criatividade, inovação, inspiração e sonhos. Por isso é nos esquecemos das listas de excel com orçamentos de há um ano atrás, ou das banais promoções de destinos, viagens e hotéis mas, vamos sempre nos recordar de certos momentos da nossa vida mesmo que tenham ocorrido há 20 anos atrás ou algo que nos despertou interesse (emoção) e associamos como “transformador” para a nossa vida.
Desde crianças que aprendemos através de contos, histórias e de metáforas, hoje como adultos continuamos a aprender e memorizar da mesma forma.
O que acontece nas empresas: seja na liderança organizacional ou nas estratégias de marketing, é um excesso de comunicação que apenas alimenta o hemisfério esquerdo do cérebro, não estamos a criar nada de novo, apenas a competir entre fatos, atributos, números, características e até mesmo estrelas. Acredite que, nós consumidores fingimos ser racionais, lógicos e ponderados em relação às coisas que compramos mas, a verdade é que não somos, em vez disso vamos em histórias: e quanto mais a “pílula é dourada” mais “cara” a compra é.
O STORYTELLING GERA VALOR E EVIDÊNCIA A DIFERENCIAÇÃO:
Se por um lado todas as pessoas contam histórias, por outro nem todas sabem como contar: aqui reside o “Telling” a arte de contar. A construção de boas histórias necessita sempre de ter uma boa estrutura de técnicas e passos que contribuem para “conquistar” do princípio ao fim o nosso cliente e mais que isso que ele sinta que faz parte ativa da história. Se as Marcas fazem isso com um simples perfume, relógio, carro ou lingerie, imagine o que se pode fazer no Turismo e Hotelaria.
Temos o poder de contar histórias verdadeiras sobre Marcas onde mentir já foi lucrativo: é isso que nos move e é isso que as pessoas desejam e querem.
Pode fazer mais um video promocional ou pode fazer história:
10 pontos para comunicar a sua BrandStory, uma abordagem que muda a estratégia criativa de definir o alinhamento de um vídeo:
1. Compreender a visão que os seus clientes têm da sua marca e do
mundo. (Sonhos, desejos, necessidades)
2. O herói é o cliente, o serviço/produto é sempre secundário.
3. Começar a contar a história pela visão do cliente e não do produto.
4. A transformação que acontece no cliente por ele ter escolhido a sua
marca.
5. Perceber o que de verdade a marca vende (e não são quartos).
6. Identificação/projecção de cada um de nós com a história do herói
(cliente)
7. Aproveitar a cumplicidade emocional para criar conexão com a Marca
8. Criar alinhamento em toda a comunicação que transmite a visão e
personalidade da marca, traduzida no video.
9. A consistência é mesmo a chave: cada touchpoint da Marca conta a
mesma experiência seja online e offline.
10. Dar a potenciais clientes a promessa de transformação, acreditar na
magia que a sua marca tem para quem a escolher.
Ana Cristina Guilherme
Brand Storytelling



Sem comentários:
Enviar um comentário